O dedo da mão, além de tendões, articulações, ligamentos e músculos, é composto por pequenos ossos que são chamados de falanges. Cada um possui três falanges, com exceção do polegar, que é composto por apenas duas.
As falanges são ossos que, apesar de pequenos, por suas características estruturais são classificados como ossos longos. Elas são divididas em proximais, médias e distais – a falange distal é a da ponta do dedo, e a falange proximal a mais perto da mão. Elas são importantes para a função e destreza das mãos, permitindo que realizemos diversos movimentos.
Geralmente, as fraturas de falange acontecem por acidentes causados por esportes com bola, em decorrência de prender o dedo em uma porta, janela, ou quedas em que se apoia o peso do corpo na mão.
Nesses casos, a melhor conduta deve ser sempre avaliada por um cirurgião da mão, que determinará, levando em conta a extensão, o local da lesão e da fratura, o melhor tratamento, que poderá ser o reposicionamento do osso de forma manual, a imobilização com tala ou gesso, ou a cirurgia para reconstrução óssea.
A reconstrução óssea é mais indicada nos casos em que o osso foi fragmentado em muitos pedaços.
Nela, realizamos uma incisão na pele, para acessar o osso que foi fraturado. Com acesso ao local, os fragmentos são realinhados para que cicatrizem na posição correta e fixados, com placas, fios, parafusos ou pinos, para manter a estabilidade e permitir a regeneração óssea.
O tempo de recuperação pode variar conforme a gravidade da fratura e a resposta do organismo de cada paciente, mas geralmente o osso leva 4 semanas para “colar” e mais 4 semanas para ter uma resistência para suportar pesos. Sendo assim, é necessário seguir corretamente as orientações e cuidados prescritos pelo cirurgião. E após a cirurgia, a fisioterapia será bastante importante.
Ficou com alguma dúvida? Me conte nos comentários.
Dr. Guilherme Ogawa⠀⠀⠀⠀
Cirurgião da Mão
CRM/PR 29.657
RQE 24.943
Agendamentos
? (43) 3361-3807
(43) 98825-7622